Viciado em cu….



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Hoje com 60 anos, ainda me lembro demais da minha juventude, quando tinha 15 anos, eu e uma amigo que tinha um pai que era feirante, aprendemos a fazer carrinho de rolemã, essa rodas eram caras na época mas como o pai do meu amigo tinha condições, fizemos dois carrinhos que era a inveja da garotada pobre que nos rodeava que queriam muito poder ter um também. Meu amigo era dois anos mais velho que eu e muito safado para a época e como os moleques pediam para andar nos carrinhos, ele teve a ideia de cobrar por isso, e o pagamento era em forma de “chupeta”, ou seja, os moleques que chupassem nossos paus até gozarem podiam ficar 1 hora com o carrinho e se divertir muito.No começo a maioria dos moleques relutavam pois diziam que não eram viado e tal mas quando ficavam sozinhos acabavam vindo até ele, e sempre faziam uma gulosa até que meu amigo gozasse muito, enchendo a boca deles de muita gala, como chamávamos.Comecei a participar e o pai desse meu amigo tinha um quartinho separado da casa onde guardava ferramentas e materiais e algumas gaiolas com passarinhos, ficamos viciados nessas gulosas, e as vezes ganhávamos até 03 por dia, eu andava até amarelo de tanto que gozava.
Mas somente as gulosas não estavam mais satisfazendo o meu amigo, foi ai que me disse que tínhamos que começar a comer o cú dos moleques também, eu disse que eles não dariam o cu pois iria doer e eles gritar e se pegassam estaríamos fudidos, ele disse que tinha uma ideia e assim começou a não querer as gulosas e pedir o cu dos moleques, alguns não queriam dar com medo de doer ou de alguém ficar sabendo, mas acabavam sempre cedendo, acho que muitas vezes mais pela curiosidade e por essa amigo ser considerado o fodão da nossa rua e todos tinham medo dele. Começamos então a comer o cu da molecada e como o pau do meu amigo muito grosso e cabeçudo, eu sempre começava primeiro pois meu pau era mais fino e comprido, pegamos manteiga e passávamos muito nas rolas e no cu da moçada e começávamos a foder muito e a molecada gemia demais o que nos enchia de tesão animal. Quando chegava na vez desse meu amigo foder o cu, a molecada ficava tensa pois ele não tinha dó e quanto mais eles reclamavam mais ele fodia com força, tapava a boca deles com uma mão e metia sem dó, os moleques saiam com o cu ardendo e sem forças de andar e pareciam que não iam voltar mais, mas passava algumas semanas, lá estavam eles de novo levando rola, não sei se para andar de carrinho ou porque já estavam viciados em levar rola naqueles cuzinhos que davam tanto tesão, viciante demais, o cheiro de sexo subia no ar e deixava a gente mais tesudo e louco para foder demais. Já havíamos perdido a conta de quanto cús já havíamos fodido da molecada e eles não falavam um para o outro. Mas tinha um em especial que esse meu amigo era louco para foder pois tinha uma bunda perfeita, parecia uma menina, mas sempre fugia de todo jeito, mas de tanto meu amigo insistir, um dia ele veio, com muito medo e vergonha. Como ele era mais baixo, meu amigo colocou ele em uma parte um degrau mais algo de um corredor ao lado do quartinho, quando fui posicionar, meu amigo disse: não esse eu como primeiro, o moleque quando viu a caceta dura e babando e os olhos do meu amigo brilharem, pensou em desistir mas como meu amigo era maior e mais forte, segurou ele pelo braço e colocou ele na posição, passou muita manteiga no caralho e começou a força a cabeça no cu do moleque que esperneava e eu pedi para ele parar, mas ele estava a muito tempo alucinado por aquele cu e começou a força e tapar a boca do moleque, quando a cabeça entrou, ele tirou e passou mais manteiga e começou a meter, eu não aguentei o tesão e comecei a bater punheta, nunca vi meu amigo gozar tanto como naquele dia, a porra corria na coxa no moleque que tinha o cuzinho rosa todo arrombado.