Quando Eu Descobri que Minha Mãe Traia Meu Pai



Click to Download this video!
Autor

Sempre achei que vivia em uma família perfeita, e que o casamento dos meus pais era perfeito. Até que aos 17 anos eu descobri que minha mãe não era uma santa.
Um dia cheguei da escola mais cedo por causa de um professor que faltou. Entrei sem fazer barulho, olhei e não vi ninguém na casa, fui ate a área de tanque e vi que minha mãe estava no telefone de costas para a porta. Vi que ela estava falando e um jeito diferente, a voz mansa, sorrindo muito, fiquei no canto da parede de curiosidade. Mas eu achei que ela falasse com minha tia ou alguma amiga, nem podia suspeitar. Foi quando ouvi ela falar "seu safado". A partir daí, minha curiosidade na conversar redobrou, meu coração acelerou, eu não podia acreditar naquilo. Ela falava baixinho mas dava pra sentir uma grande intimidade. Ate que ouvi ela dizer "tô com saudades, preciso te ver", e logo depois disse "seu cachorro, você é muito safado" e por fim se despediu dizendo "Beijos, depois me chama no whatsapp". Quando percebi que ela estava se despedindo eu fui para a sala abri a porta e fechei batendo, para parecer que eu estava acabando de chegar. Não queria que ela soubesse o que eu tinha descoberto dela.
Aquilo ficou remoendo na minha cabeça, não conseguia nem dormir direito, eu não podia acreditar naquilo. Então decidi que precisava descobrir a senha do celular da minha mãe. passei a observar sempre que ela mexia no celular para tentar ver a senha. Mas ela era bem esperta. Demorou mas um dia ela estava no sofá e eu estava na sala atras e consegui ver a senha.
Agora só precisava de um momento que ela deixasse o celular para eu pegar sem ela perceber.
Até que um dia ela foi tomar banho e deixou o celular em cima da mesa, e meu pai não estava em casa, era a oportunidade perfeita. Ela sempre demora uns 30 minutos no banho, teria tempo suficiente.
Quanto ouvi ela ligando o chuveiro eu peguei o celular e desbloqueei. Fui direto ao whatsapp.
Tinhas muitas conversar com parentes, pessoas que nos conhecemos. Mas vi então uma pessoa que nao conhecia, um homem, aparentava ter menos de 30 anos. Minha mãe na época tinha quarenta e poucos, o rapaz era bem mais jovem que ela.
Quando abri a conversa, meu coração disparou, senti gelar todo e até tremi.
Eles se tratavam com intimidade, carinho e até putaria. E o pior tinha até fotos, nudes.
Tinha fotos de buceta, sem o rosto, mas provavelmente era dela, tinha fotos dos seios sem mostrar o rosto, tinha fotos de lingerie sensual, de vestido curto, de shortinho, era ela dava pra reconhecer o corpo. e tinha foto de pau duro tambem que ele mandava pra ela.
Me concentrei na conversa para ver se descobria mais coisas, ele chamava ela de "Minha puta" e ela em varias partes chamava ele de "meu cachorro safado". Falavam de putaria em muitas partes, ele prometendo "fuder ela", "gozar na boca dela", "dar leitinho pra ela". Já ela em varias partes dizia que tava com "a buceta pegando fogo", que "ia chupar ele ate ele dar leitinho". Em alguns momentos ele marcavam encontros, ele combinava de pegar ela próximo da academia. Ela faz academia durante a tarde. Ele dizia que levaria ela pra casa dele. Ela dizia que tinha que ser sempre no horário da academia durante a tarde pra não levantar suspeita. Ela dizia que tava com saudade da cama dele. Em um momento da conversa ela reclama que ficou com a bunda marcada dos tapas que ele deu, e ela tava com medo do meu pai ver. Ele ria e debochava dizendo que era isso que uma puta merece.
Eram muitas conversar, e eu estava com medo de minha mãe sair do banheiro. Então deixei o celular.
Decidi matar aula para vigiar minha mãe no horário que ela saia pra academia. Tinha visto que eles tinham marcado para uma quinta feitra as 14:00 da tarde, seria 2 dias depois que eu peguei o celular.
Resolvi ficar perto da academia pra nenhum conhecido me ver. E então vi ela se aproximando da academia. Ela estava maquiada, com uma roupa de academia justíssima. De repente ela se aproximou da academia e entrou. Pensei que eles tinham mudado o encontro, mas não conseguia ir embora, queria esperar. Ate que parou um carro, um Honda Civic prata a uns 50 metros da academia e nao desceu ninguem. Alguns minutos depois ví minha mãe saindo da academia, toda sorridente, ela nao conseguia disfarçar a alegria e euforia. Ela entrou no carro, os vidros eram escuros, e o carro saiu. Estava confirmado, minha mãe tinha um amante.
Depois daquilo fui pra casa. Ela demorou umas 3 horas pra chegar em casa. Falei que um professor tinha faltado e cheguei mais cedo. Ela disse que estava chegando da academia.
Ela disse que ia tomar banho porque tinha suado muito na academia. Entrou para seu quarto, tirou a roupa e saiu enrolada na toalha e foi para o banheiro.
Nesse momento eu fui ate o quarto dela para olhar a roupa dela. Na calça e na blusa não vi nada de diferente, mas a calcinha era preta, minuscula, tipo fio dental e de renda, estava com um cheiro forte e grudenta, senti um certo nojo, mas queria saber se aquilo era porra.
Senti um cheiro estranho, mas acho que nao era porra, provavelmente era só da buceta dela mesmo. Foi aí que de repente percebi que eu estava excitado com aquela situação, eu ali com a calcinha usada da minha mae na mão, logo depois dela transar com o amante.
Aquele cheiro sujo e estranho me dava tesão. Deixei a calcinha lá pra ela nao desconfiar, mas assim que ela saiu do banheiro eu entrei e me masturbei lembrando daquele cheiro e da situação.
Depois daquilo, passei a ler as mensagens de whatsapp dela e o amante sempre que eu conseguia pegar o celular. E passei a pegar as calcinhas dela no sexto de roupa suja e levar para o banheiro, eu cheirava e me masturbava, pendurava ela no meu pau, e cheguei até a passar a lingua pra sentir o gosto. Era nojento mas isso me exitava e eu me masturbava muito. Nunca contei isso pra ninguem, a primeira vez é aqui. Isso já faz mais de um ano, e eles ainda se encontram e eu aindo me masturbo com a calcinha usada dela. Não sei se isso é algum tipo de perversão sexual minha, mas sei que isso me dá o maior tesão e nao consigo mais parar.