A Aluna e o Motorista



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Li alguns contos aqui e resolvi contar um meu, mas deixando claro, que aconteceu de fato comigo. Pessoas e locais serão mudados para não expor os envolvidos.
Sou Karla, tenho 18 anos, moro no interior do Ceará e faço faculdade em Fortaleza, a noite, indo e vindo todos os dias.
Sou morena clara, cabelos pretos, peitos redondos e médios com bicos salientes, e uma bunda grande empinada e coxas grossas, adoro chamar atenção principalmente dos homens mais velhos.
Logo que iniciei o curso, ainda era virgem, conheci um aluno, mais velho, cerca de 50 anos, que me seduziu e acabei sendo todinha dele, mas essa é uma outra história.
Desde então, com o caminho aberto, me notei muito safada, louca de verdade por sexo, e sempre a procura. Nessa procura, notei que um dos motorista do transporte começou a me olhar diferente, aliás os dois, que se reversavam, mas me senti atraída apenas por Paulão.
Um moreno, com 55 anos, braços fortes, e coxas grossas, com um sorriso e olhar safados. Que me deixavam curiosa.
Assim, comecei a sorrir de volta, puxar assunto, com ele, sobre qualquer coisa, atpe que trocamos telefones, e pelo wats, ele começou a brincar comigo de forma mais picante, perguntava como estava vestida, e eu falava, pedia fotos, mas isso não fazia.
Um dia, entrei no ônibus na volta, e esta tinha uma divisão que separava os alunos do motorista. Ele sentado, finge que ia perguntar algo a ele, e os alunos pediram pra eu sair do meio da passagem,pois queriam entrar. Me espremi entre a porta e Paulão, deixando minha bunda virada pra ele, que não se fez de rogado, alisou minhas costas dos ombros até o inicio da minha bunda, me obrigando a empinar me oferecendo toda, onde ele aproveitou e percorreu toda minha bunda desceu com a mão até quase minha bucetinha por trás, que de imediato deu sinal de vida.
Me afastei, virei pra ele, tenho certeza que minha cara é de vai fuder aqui mesmo?
Ele riu e falou baixinho.
– Quero você morena.
Respondi, também baixinho:
– Quando?
Rimos, e fui me sentar junto com os outros.
Me deixou em casa, e seguiu viagem, para ir deixando os outros alunos.
Entrei em casa, tirei minha calça, e fui para o banheiro, tomei banho, vesti o vestidinho de dormir ainda sem calcinha, quando meu telefone toca. Era ele…
– Estou indo abastecer, teria como você sair e me encontrar na esquina?
– Sim tem!
– Pois vai!
Pus uma calcinha minuscula. Peguei a chave e sai na ponta dos pés, para não acordar ninguém.
O ônibus estava na esquina, entrei e ela abriu a porta interna me dizendo pra ficar quietinha, que vinha já. Parou no posto, e enquanto abastecia, entrou, e veio na minha direção, abraçou e beijou minha boca enfiando sua língua, me abraçando apertando minha bunda com as duas mãos, fazendo meu corpo todo tremer. Me soltou e disse:
– Volto já morena!
– Vou a lugar algum, pode deixar.
Saiu, pagou, entrou no ônibus e o levou para uma rua escura. Parou desligou tudo, e veio para trás. Ele vinha ardendo…Me pegou e saiu empurrando pros fundos do ônibus, levantando o vestido, jogando longe, me deixando só de calcinha, quando cai sentada no banco.
– Menininha gostosa, vai ver o que macho faz quando é provocado.
Tirou a blusa,e a calça, ficou só de bermuda, pela pouca luz que entrava, vi um volume enorme sob a cueca.
Se jogou em cima de mim, e me beijou, enquanto apertava meus peitos de forma gostosa e bruta. Se afastou, desceu a cabeça e abocanhou uma de minhas tetas, com sede e mamou. Apertava, e chupava, ainda mordia o bico, depois ia pro outro fazendo a mesma coisa, me deixando alucinada. Sua rola ainda na cueca roçava minha buceta, já toda melada a essa altura. Fui com minhas mãos até lá, e apertei aquele cacete grande e grosso, que mal conseguia apalpar no seu entorno, tamanha era aquela tora..
Ele ficou de pé, puxei sua cueca e sua rola dura saltou, como havia imaginado, linda grossa, grande e cabeçuda.
Uma rola da porra. babei. Me ajoelhei no chão do ônibus e pus aquele colossal pau perto da minha boca, dei um beijo na cabeça e lambi toda sua extensão, molhando ela toda. Senti sua mão pegar meu cabelo por trás conduzindo minha boca e sua voz forte disse. Chupa gostosa vai…
Nossa, aquele pedido era uma ordem, abri a boca e tentei engolir o máximo que podia, ele dizia:
– Tudo, engole tudo.
Eu tentava, mas não conseguia. Ele socou na minha boca, me fazendo engasgar, senti a ponta daquela chibata bater na minha garganta, parecia que meu maxilar ia se soltar, que ia rasgas minha boca…O empurrei, quase vomitando.
– Puta que pariu seu velho filho da puta, que me matar?
– Quero sim.
Disse isso, me puxou pra cima, arrancou minha calcinha num só golpe, rasgando o tecido em minha pele. Me virando me jogou no banco, me fazendo apoiar as mãos no encosto, vindo ele pôr trás, senti seu pau encostando na minha bunda. Entendi o que ele queria, e adoro. Meu velho anterior me ensinou a apreciar, um anal.
Mas aquela rola enorme se ele não soubesse fazer, iria me rasgar de uma ponta a outra. Senti uma cusparada na entrada do meu rego e outra agora bem no meu cuzinho o que fez ele piscar, não dando nem pra respirar, senti a cabeça abrindo passagem, e sua voz mandando respirar.
E antes que eu pudesse pedir para ir devagar, senti entrando em mim, me possuindo, ocupando os espaços, me fazendo suar frio. Nossa que ardência e que dor, minha pernas bamberam, meu joelho arqueou sobre o banco, e senti suas mãos grossas em minha cintura, me segurando firme.
Tirou um pouco, para em seguida enfiar tanto e tão fundo, que me fez dar um grito, o que ele nem importou, ao contrário, ele disse:
– Grita vadia, grita, para eu te bater.
Junto com a ameaça veio uma palmada, ardida e deliciosa em minha bunda.
– Bate machão, bate feito homem, safado!
Outra mãozada, e outra socada, e outro grito. E mais outra palmada, e mais uma socada e outra e outra.
Eu suava sob fortes ondas que subiram pelo meu corpo e pedi gemendo:
– Goza também velho puto, goza e enchi meu cuzinho de gala grossa, vaiiii.
Dizendo isso, rebolei e ele não aguentou. Enterrou todo o cacete e esporrou fundo e tão fundo, que senti as forças faltarem, caindo sobre o banco. Ainda senti ele tirar de dentro do meu cuzinho e dar duas socadas em minha buceta, dizendo:
– Só pra sentir o gostinho, putinha.
– Hummmm
Me deixou e foi lá na frente do ônibus, trouxe uma toalha, limpou minha bunda e buceta, me puxou de frente e disse,
– Limpa meu pau safada.
Assim fiz, passando a língua naquela rola, sentindo uma mistura de sabores e odores, que naquela altura, nem me importava mais.
Ele se vestiu, procurei meu vestido e fiz o mesmo, pegando também a calcinha, ou melhor, o que restava dela, levei junto.
Saiu com o ônibus me levando até a esquina de casa.
Trocamos um beijo, apertei seu pau, e disse:
– Quero mais.
Desci e fui pra casa, entrando bem de mansinho pra ninguém acordar, e me ver suja, com a calcinha na mão, e as coxas meladas de porra que ainda escorria, indo ao banheiro, tomei outro banho, me sentindo arreganhada, ardida mas deliciosamente fudida.
Fui deitar e recebi uma mensagem, dele:
– Você é demais, e quero te fuder outras vezes.
Sorri e adormeci…
Espero que gostem, deixem seus comentários e quem sabe conto outras com ele, inclusive, do outro velhinho que tirou meu cabacinho, e me ensinou que eu era de verdade.
Beijosss