Aline meu amorzinho – parte 1



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Depois de ler alguns contos eróticos resolvi me arriscar e escrever alguns fatos reais de minha vida. Sou de São Paulo, tenho hoje 28 anos, sou dentista, solteiro e moro sozinho.
O que vou escrever hoje, teve seu início já fazem 2 anos. Vamos lá:
Cada um sempre tem um desejo sexual. Uns querem uma mulher, outros preferem homens. Tem os que querem uma parceira alta, outros baixa. Uns gostam de pessoas magras, outros de pessoas obesas. Creio que a receita para uma sociedade ideal é o respeito ao que cada um é e gosta.
Meu sonho sempre foi transar com uma menina bem novinha. Quando digo “novinha”, estou falando literalmente de uma muito nova, tipo 9 ou 10 anos. Sei que este desejo é condenado pela sociedade. Eu mesmo me condeno por desejar algo assim. Mas parece que o mundo conspira a favor dos nossos instintos mais primitivos, e como não foi diferente.
No final de 2015, meu tio que mora sozinho em uma chácara distante 180 kmts da capital, me convidou para ir lá visitá-lo.
Este meu tio não tem filhos, é viúvo e na família todos dizem que ele é mulherengo.
Temos uma boa amizade e ele sempre me ajuda. Foi ele quem pagou minha faculdade e depois ainda me ajudou a montar meu consultório. Devo muito para ele.
Eu uma sexta feira, eu terminei de atender no consultório e saí direto para a chácara.
Ao chegar ele me recebeu muito bem, como sempre. Conversamos e tomamos algumas cervejas. Acho que ele já estava bebendo há muito tempoi.
Até que ele me apresentou a nova funcionária: Sandra, 26 anos, separada e mãe de 4 crianças (entre 9 e 2 anos). Uma mulher bonita, mas com a minha idade já tinha 4 filhos.
A mulher meio que envergonhada mal conversou comigo e logo foi para a casa do caseiro.
Meu tio logo comentou:
– Sabe, eu contratei mais para ajudá-la
– Que nada tio, eu vi como ela te olhou… o senhor deve estar comendo
– Opa… eu meto a vara mesmo
Rimos e continuamos a conversa regada a muita cerveja.
Logo algumas crianças começaram a se aproximar.
As crianças:
Aline – 9 anos
Marco – 7 anos
Camila – 4 anos
Sofia – 2 anos
Logo que vi a Aline (9 anos) algo ascendeu na minha mente. Foi automático.
Meu tio que não tem nada de bobo percebeu:
– Ahhh safado, já vi que gostou da menina né falou – rindo alto
– Eu, eu… eu não tio. Ela é criança ainda ta louco… tô fora
– Cara, ela é criança sim, mas a mãe não cuida e se ela quiser o que é que tem ??
– Não tio, é criança… falei já mudando de assunto.
O fato é que naquela noite eu bati uma em homenagem para a Aline.
No dia seguinte acordei cedo e o café da manhã já estava pronto.
Conversei com meu tio e depois fiquei na piscina.
Logo as crianças se aproximaram e puxei conversa. Primeiro com o menino, depois com as meninas.
Até que meu tio avisou que iria sair para comprar carne e carvão.
Dei alguns mergulhos e fui andar pelo chácara.
Notei que a Aline sempre ficava perto. Resolvi arriscar:
– Seu nome é Aline né ?
– Sim
– Você não gosta de nadar não ?
– Eu gosto.
– então vamos para a piscina comigo ?
– ahhh não sei, vou falar com minha mãe, se ela deixar eu vou
– Quer que eu peço para ela ?
– eu quero
Entramos na casa e a Sandra estava limpando a cozinha.
– Oi Sandra, eu vou ficar na piscina e a sua filha pode entrar comigo ?
– Pode, mas ela não tem biquíni.
– Não tem problema, ela é criança, pode entrar de shorts mesmo, ou como ela quiser.
– Tudo bem – respondeu a mãe da Aline.
A piscina fica na parte mais alta da chácara. Parece que foi planejada para dar privacidade, porque das outras chácaras não se pode ver nada.
Ao chegar eu já tirei minha camiseta e mergulhei.
Vi que a Aline estava fora ainda.
– Ei gatinha… tira a roupa e entra – falei
Ela tirou o shorts e para minha surpresa entrou de calcinha e camiseta na água.
Cheguei perto dela e começamos a brincar de jogar água.
Depois a brincadeira foi evoluindo.
A todo momento eu passava a mão nela. Ora na bundinha, ora na bocetinha…
Meu pau estava muito duro e acho que ela percebeu.
E certo momento eu abracei ela por trás e a encostei na borda da piscina. Forcei meu pau na sua bunda e falei no seu ouvido:
– Nossa Aline, você é muito linda…
Ela nada falou, mas também não reclamou.
Continuamos com a brincadeira até que as outras crianças entrarem na água e eu parei de mexer com a Aline.
Quando meu tio chegou, ele foi até nós e falou algo assim:
– Aline, você entrou na piscina de roupa… tira esta camiseta menina.
Notei que ela envergonhada tirou e jogou a camiseta para até uma cadeira
Então meu tio falou:
– Aline não tenha vergonha de mostrar os peitos… nem peito você tem e deu uma risada alta.
Logo saímos da água e fomos fazer o churrasco.
Meu tio e a Sandra beberam muito. Quando digo beberam muito, a coisa era feia.
Acho que tomaram 2 litros de pinga com limão, fora as latinhas de cerveja.
Até que eles começaram a se esfregar.
Logo a conversa mudou para a sacanagem.
– Eita loira gostosa que você é – disse meu tio para a Sandra.
– Você que me deixa louca com este cacetão – Respondeu Sandra.
– Vamos lá pro quarto que quero te comer agora.
Meu tio olhou para mim e falou:
– Eu já falei com a Sandra… e se a Aline quiser, você pode fazer com ela… só não pode machucar muito a menina… ela é cabaço.
– Como assim tio, eu não entendi – respondi rindo
– É cara, fode a menina que a mãe já liberou – muleque retardado – não entendeu ainda ?
– Entendi tio, mas ela é pequena ainda
– Come logo, senão eu vou comer antes de você.
Toda esta conversa na frente da Sandra e das crianças.
Logo eles se levantaram e foram para o quarto.
Olhei para a Aline que estava até roxa de vergonha.
Mas não tive como não evitar de olhar para a calcinha que ela vestia. Ainda molhada dava para ver bem a fenda da sua bocetinha.
Meus pensamentos voaram: Puxa como será chupar esta bocetinha, e meter nela…humm deve ser bom.
Até que chamei as crianças para pularem na piscina.
Ao entrar na água eu peguei a Aline e fomos para a parte mais funda. E disse:
– Aline, sua mãe falou alguma coisa para você ?
– Falou
– O que ela falou ?
– Ela disse para eu ser boazinha com o senhor.
– Comigo ?
– É
– Porque ?
– Ahhh o senhor sabe né, nós vamos fazer safadeza…
– Mas você quer fazer comigo ?
Ela nem respondeu só levantou os ombros em sinal de dúvidas.
Abracei a menina e falei: Calma meu amor… nem sei se vamos fazer algo. Fique tranqüila eu não vou te machucar.
Brincamos mais um pouco até que começou a chover.
Saímos da água e a Aline levou os irmãos menores para a casa deles e eu fui para meu quarto.
Ao chegar ainda ouvi os gemidos do meu tio e da Sandra.
Tomei um banho e vesti uma bermuda e uma camiseta.
Sai e fiquei olhando para a casa da caseira.
Resolvi arriscar e fui até lá na chuva mesmo.
Ao chegar vi que a porta estava aberta. A Aline estava banhando os irmãos. Ela ainda estava só de calcinha.
– Aline, você quer alguma ajuda ?
– Não precisa, só falta eu para tomar banho.
– Está bem então. Vou esperar você lá fora então.
– Tio, aqui o chuveiro queimou… eles tomaram banho gelado.
– Você quer ir tomar no meu quarto ?
– Não tio, não precisa.
Fiquei até decepcionado.
Deixei as crianças e fui para o salão de jogos, onde tem um espaço fechado com TV, DVD, um bom sofá e uma coleção de filmes.
Escolhi um de aventura e fiquei assistindo deitado.
Passados uns 30 minutos a Aline chegou:
– Oi tio, posso ver o filme com o senhor ?
– Pode sim Aline, mas e seus irmãos ?
– Estão lá em casa vendo desenhos na TV.
Pedi para ela escolher outro filme porque aquele estava muito chato.
Ela escolheu Frozem.
Coloquei para ela e ficamos sentados assistindo.
Resolvi ir mais adiante com ela. Me deitei e a chamei:
– Aline, deita aqui comigo
Sem falar nada ela deitou e ficamos de conchinha.
É impossível um homem não se apaixonar por ela. Linda, branquinha, magra, lisinha, os seios são apenas um caroço pequeno do tamanho de um grão de bico. Sem contar que ela encanta só de estar perto. Durante o filme ela cantou todas as músicas.
Eu estava hipnotizado por ela. Seu cabelo, sua pele macia, a boca com lábios rosa… um tesão de menina.
Logo que o filme acabou, sem falar nada eu dei um selinho na boquinha dela.
Ficamos calados.
Lentamente eu coloquei minha mão na barriguinha e fui alisando. Fazendo carinho mesmo. Desci meus dedos pelo vão do shorts e toquei sua calcinha. Alisei até sentir sua rachinha nos meus dedos. Fiz uma leve pressão. Ela ficou calada o tempo todo.
Coloquei a mão dentro da calcinha e senti seu calor e a maciez de sua bocetinha. Ficamos alguns minutos calados. Ela só abria e fechava as pernas. Eu já estava quase gozando.
Até que as crianças chegaram já fazendo bagunça. Avisaram que estavam com fome.
A Aline me falou: Tio, vou dar comida para eles e já volto.
– Mas Aline, isto é tarefa da sua mãe
– Ela está dormindo
– Dormindo nada, você sabe o que eles estão fazendo né ?
– Sei
– Eu vou te ajudar.
Levei todos para a cozinha e preparei macarrão com salsicha.
As crianças adoram.
Depois voltamos para o salão de jogos e ficamos no sofá vendo filmes infantis.
Logo os menores já estavam dormindo.
Levei um a um para a casa deles.
Vi que a Aline também estava dormindo.
Peguei um cobertor e fui cobri-la.
Me deitei com ela e fiquei alisando aquele corpinho infantil.
Consegui tirar seu shorts e sua calcinha. Pela primeira vez vi uma bocetinha de criança.
Pequenina, linda e fofinha. Cheirei e senti um aroma gostoso. Passei a língua e chupei um pouco. Meus amigos, eu nunca senti um tesão igual.
O sabor da pureza dela, misturado com meu desejo sexual reprimido por anos e anos. Algo de proibido e infinitamente bom. Minha língua percorria cada pedacinho, sugava com força. Aquele gostinho agridoce que jamais vou esquecer.
Chupei tanto a menina que ela acordou.
Ficou caladinha de perninhas abertas. Senti suas mãos tocarem na minha cabeça e me fazerem carinhos.
– Aline, está gostando ?
– ahãããã
– Quer que eu pare ?
– Não
Fiquei chupando a menina por muito tempo. Meu pau até doía de tão duro.
Sem falar nada eu fiquei pelado e encostei meu pau na sua xoxotinha.
Mal mexi e já gozei muito. Foram vários jatos de porra que deixei ela toda melecada.
– Tio você fez xixi ?
– Não Aline, eu gozei
– ahhh ta
Me deitei com ela e acabamos dormindo juntos no sofá.
Acordei quando ouvi vozes e ao abri o olho vi as crianças nos olhando.
Só então me dei conta que estávamos pelados e abraçados. Corri nos cobrir e mandar eles saírem.
Acordei a Aline e logo nos vestimos.
Saímos assustados.
Meu tio já estava na varanda da casa e a mesa do café da manhã estava pronta.
– Dormiu bem né – falou meu tio rindo
– Bom dia tio
– É safado, para quem disse que a menina era pequena, você não perdeu tempo
– Eu não fiz nada tio
– Pára meu, eu vi vocês dormindo pelados. Fique tranqüilo, a Sandra também viu e gostou
– Nossa fiz merda né
– Que nada, relaxa.
– nem sei o que fazer agora.
– eu sei – falou meu tio – Vai chamar a Aline e vão tomar banho que o café já está pronto.
Fui atrás da menina e a chamei:
– Aline, vamos tomar café ?
– Vou não tio… eu to com vergonha
– Não precisa ter vergonha meu amor. Você não fez nada de errado… Eu sim fiz algo que não devia fazer.
Ela me abraçou e começou a chorar. Aí vi que de fato fiz merda. A menina é pequena e frágil. Me senti um merda.
Deixei ela no salão de jogos e fui buscar algo para ela comer. Preparei um misto e chocolate quente para ela.
Fiquei junto até ela terminar de comer.
A Sandra veio conversar conosco. Ela disse que não se importava com o que fizemos, apenas me pediu para ser carinhoso com a filha. E pediu para a Aline não contar nada para ninguém.
Por fim a Aline estava calma e segura.
Levei ela para meu quarto e tomamos um banho. Depois convidei ela para ir na piscina.
Ficamos na água a manhã toda.
Após o almoço eu convidei ela para ir na cidade tomar sorvete. Ela aceitou mas me pediu se eu podia levar seus irmãos. Conversei com a Sandra que liberou as crianças.
Fomos até o centro e tomamos sorvetes. Depois passei em uma loja e comprei algumas roupas para as crianças. Ainda passei em um mercado e comprei doces e chocolates.
Ao retornar vi que meu tio e a Sandra estavam bêbados.
As 20:00 hs jantamos e logo eles foram para o quarto e eu fiquei com as crianças.
Coloquei um filme infantil e dei doces para eles.
Comecei a conversar com a Aline. Perguntei se ela já tinha feito com outros homens.
– Não tio eu nunca fiz estas coisas.
– Mas você já tinha visto um pinto ?
– eu tinha visto do meu irmão e do seu tio
– Meu tio já fez algo com você ?
– Sim, ele chupou aqui (apontando para a boceta)
– Quantas vezes ele te chupou ?
– Não sei, mas foram várias vezes
– Sua mãe sabe ?
– Sabe, ela manda eu ficar calada e deixar
– E você gosta ?
– Gosto um pouco
– E ele fez algo que você não gostou ?
Ela só balançou a cabeça que sim.
– O que ele fez Aline ?
– Ele soltou leite na minha boca
– Você chupou ele ?
Novamente ela balançou a cabeça dizendo sim.
Pensei comigo, meu tio é um filho da puta.
Abracei a menina e ficamos assistindo o filme
Quando terminou eu mandei todos irem dormir.
As crianças são carentes de tudo. A Sandra não cuida delas. Mal dá comida. Não coloca eles para escovarem os dentes nem dá banho. A Aline quem faz tudo isto.
Eu ajudei ela e logo colocamos as crianças para dormirem. É incrível, mas dormem sozinhos na casa da caseira, enquanto a mãe fica com meu tio.
Me despedi da Aline e avisei que iria dormir. Pedi para ela fechar a porta e se deitar também.
Fui para o salão de jogos e coloquei um filme erótico.
Me deitei e comecei a bater uma punheta pensando na pequena Aline.
Logo ouvi passos e me cobri. Era ela chegando:
– Tio, posso dormir aqui com você ?
– Claro meu amor, vem…
Levantei o cobertor e ela me viu pelado. Notei um pequeno sorriso na menina.
Eu a abracei e pedi um beijo. A menina não sabe beijar, mas se esforçou para me atender.
Tirei a roupa dela e coloquei ela deitada sobre mim.
Meu pau muito duro ficou no meio das perninhas dela.
Abracei forte e falei: Aline, se você não quiser, não precisa fazer estas coisas… nem comigo nem com meu tio. Eu vou mandar ele parar de mexer com você, por ficar tranqüila.
– Mas tio, minha mãe falou que se eu não for boazinha, seu tio vai mandar ela embora e não teremos onde morar.
– Nada disto Aline. Ele não pode fazer isto. E se fizer, eu levo vocês para minha casa. Se você não quiser a gente não faz nada. Pode ir dormir com seus irmãos que ninguém vai te mandar embora, eu garanto… tem minha palavra.
– O senhor promete ?
– Prometo… pode ir dormir.
Notei que ela ficou em dúvida se ia ou ficava.
– Eu quero ficar aqui com você.
– Tá pode ficar Aline, mas vamos colocar as roupas senão eu não consigo me controlar e vou acabar fazendo coisas erradas com você.
– Não tio, vamos ficar assim… está bom.
– Menina, eu não resisto a você… daqui a pouco vou perder o controle.
– Pode perder tio, eu deixo.
– Aline você deixa ou você quer fazer … é diferente.
– Eu quero tio… pode fazer comigo o que você quer fazer
Abracei e beijei a pequena menina. Fiz carinhos na sua bocetinha e sem eu falar nada, senti ela descendo sobre meu corpo até chegar no meu pau. Senti sua boquinha beijando e logo ela colocou meu pau na boquinha. Que tesão senti. Ela fez direitinho. Chupou uns 5 minutos até que avisei que iria gozar. Ela tirou da boca e ficou punhetando até ver os jatos de porra.
Continua….